Podcast: História – unidades temáticas e objetos de conhecimento e habilidades do 1° ano do Ensino Fundamental I

hleducação

Novo podcast da série História e Literatura + Educação saindo do forno, quentinho!!! Vamos iniciar a análise das unidades temáticas da BNCC e seus respectivos objetos de conhecimento e habilidades referentes ao 1° ano do Ensino Fundamental I, (páginas 406 e 407 da BNCC).

TRILHA SONORA: Circus Maximus

PODCAST GRAVADO DURANTE AS AULAS DA CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIFAI, ADAMANTINA-SP.

Podcast: História – Anos iniciais: Unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades

hleducaçãoNo podcast desta semana, seguimos com a série História e Literatura + Educação. Agora, vamos abordar as unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades de História para os anos iniciais do Ensino Fundamental (páginas 403 a 405 da BNCC). Além de comentar um pouquinho mais sobre o conhecimento de si e do outro, com uma pequena introdução sobre os assuntos trabalhados do 1° ao 5° ano.

Trilha sonora: Of Allies https://open.spotify.com/artist/5fYc93nNjMlAsoaXen9elQ?si=w_7QNcBMShCux5Z6Vw0Lgw
Podcast gravado durante as aulas da curso de Pedagogia da Unifai, Adamantina-SP.

Podcast: Competências específicas de História para o Ensino Fundamental (BNCC)

hleducaçãoEm meio à pandemia atual, o site História e Literatura tomou a iniciativa de lançar a série “História e Literatura + Educação” disponibilizando podcasts, vídeos e textos relacionados à História, Educação e Literatura como ferramenta para auxiliar professores e estudantes nessa nova fase para a educação.

Nosso primeiro podcast é uma análise sobre as Competências específicas de História para o Ensino Fundamental abordadas na BNCC.

competências especificas bnccPodcast gravado durante as aulas da curso de Pedagogia da Unifai, Adamantina-SP.

 

Leitura para bebês

woman reading book to toddler
Foto por Lina Kivaka em Pexels.com

A leitura para bebês abre uma janela incrível ao mundo que nos cerca, assim como ao mundo ficcional, essencial para nossas vidas. O auxílio na aquisição e no desenvolvimento da linguagem é algo extraordinário, introduzindo experiências leitoras para preparar a criança para a vida social tanto quanto a escolar.

Mas, outro aspecto extremamente relevante nesse processo, é o florescimento dos laços de afetividade que se estabelecem entre pais leitores e filhos ouvintes. É uma vivência fantástica.

Costumeiramente, os genitores, na maioria das vezes, estabelecem um diálogo dispositivo, ou seja, os pequeninos crescem escutando ordens, ainda que de forma carinhosa. No processamento de obtenção e compreensão do falar, a apreciação dos livros traz ganhos de qualidade e proporciona uma relação interlocutora aconchegante e só possível através leitura.

Justamente por isso, é essencial que obras e textos sejam lidos desde o momento em que os bebês estão no ventre materno. São momentos construídos que legam conhecimento não somente às crianças, mas também aos adultos, produzindo uma incrível troca que se bem organizada, renderá muitos frutos.

Alguns estudos de Psicologia e Pedagogia revelam que, a partir dos seis meses de idade, a vivência leitora cumpre um papel significativo no desenvolvimento psíquico. Pequeninos que estão imersos em meios “narrativos”, descobrem o ato de imaginar, principalmente na ausência de adultos que habitualmente estão por perto, enriquecendo essa etapa em contato com as ficções. Notoriamente, estar nesse ambiente passa a ser um diferencial em relação às famílias que não proporcionam um crescimento em meio aos livros.

O manuseio do livro também executa um ofício elementar para as crianças com menos de doze meses de existência que, para além de manejar e folhear, igualmente apontam personagens e elementos presentes nas histórias, emitindo sons e até mesmo reconhecem o desfecho dos enredos que já foram lidos anteriormente.

Na sala de aula, do mesmo modo que em casa, há alguns princípios que tornam a prática leitora saborosa. Primeiramente, é essencial entender o contexto em que os alunos vivem. Contextos sociais diversos elencam temas também diversificados e, nos primeiros anos de vida, é interessante que os pequeninos tenham contato com aspectos semelhantes ao de sua vivência.

Com o tempo, no ritmo das crianças, é possível introduzir novos conteúdos, ir além, ampliando caminhos das enriquecedoras experiências, como apresentar livros de outros países e culturas nacionais diferentes, revelando outras formas de viver a vida e mostrando a elas que a diversidade é bonita e deve ser respeitada. Gerando um sentimento interessante dentro do próprio grupo.

Por fim, a escolha de bons livros e a maneira de contar são chaves imprescindíveis nos momentos de leitura. Temas que sejam interessantes aos pequenos, cores, materiais e histórias bem construídas, são pontos que precisam ser levados em consideração. A modulação, sonoridade e cadência da voz adulta também é um diferencial na interpretação dos textos, possibilitando descobertas e construções, aguçando a sensibilidade e a criatividade que somente a criança interlocutora das ocasiões de leitura consegue obter.

Artigo sobre a Síndrome de Irlen é publicado pela Revista da Associação Brasileira de Psicopedagogia

blur children class classroom
Foto por Akela Photography em Pexels.com

No último dia 2 de agosto ,  foi divulgada a publicação do historiador e psicopedagogo Mateus Barroso Sacoman sobre a Síndrome de Irlen pela revista da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

Segundo a Drª. Débora Silva de Castro Pereira, o artigo “A Síndrome de Irlen: diagnóstico e o contexto e intervenção” tem a intenção de, através do levantamento de estudos e materiais sobre o tema, determinar as definições e sinais da síndrome, abordando também as dificuldades geradas por ela nos mais diversos âmbitos de convivência e explicitar alguns métodos de intervenção, registrando ainda algumas situações e caminhos para uma reflexão que contribua para a prática do profissional que lida com todo esse processo.

Continuar lendo Artigo sobre a Síndrome de Irlen é publicado pela Revista da Associação Brasileira de Psicopedagogia

Gregos, Macedônios e Persas: na disputa por territórios quem ganhou foi a Cultura

A Grécia, após um período de prosperidade e predomínio sobre a região, enfrentava conflitos internos, o que a tornou vulnerável. A Guerra do Peloponeso, entre as duas principais Póleis gregas (Atenas e Esparta), oportunizou o restabelecimento dos persas sobre os territórios da Ásia Menor, então dominados pelos gregos.

Esse contexto também permitiu que o rei Filipe II, com seu filho Alexandre III, desse início ao seu projeto de ampliação das fronteiras da Macedônia. Vencedor, na Batalha da Queronéia, em 338 a.C., o rei Filipe II buscou aliados entre os povos conquistados, solicitando impostos e o direito de ser reconhecido também como um grego, aproveitando para anunciar que iria seguir contra o Império Persa e recuperar a Ásia Menor.

Nessa ocasião, Alexandre III tinha apenas 18 anos de idade e já era o líder do batalhão que venceu Tebas. Dois anos depois, o rei Filipe II foi assassinado e seu filho assumiu o trono.

Para manter a ordem e o poder, Alexandre III foi duro com quem questionou o seu direito e seguiu os planos do seu pai, enfrentando por 10 anos os persas e se saindo vencedor. O Império Aquemênida (550 a 330 a.E.C), ou Império Persa, era governado em 20 unidades que deveriam se reportar ao rei, e por ser composto por diferentes povos tinha um método de organização que depois seria aproveitado por Alexandre Magno.

Desde Ciro, ao se dominar um povo, negociava-se o respeito e a tolerância cultural/religiosa pela aliança e pelos impostos. Outra estratégia era facilitar a comunicação, com a construção de estradas e um ágil sistema de correios, que também facilitaram o comércio. Nesse último aspecto a unificação da moeda foi uma importante estratégia de Dário I (550 a.C. a 486 a.C.), que criou a dárico. Por toda essa dimensão, a conquista da Macedônia sobre esse povo foi extraordinária.

Depois de incorporar o domínio persa, Alexandre III seguiu para a Índia, mas teve que recuar, respeitando as limitações do seu exército. Na sequência, Alexandre acabou morrendo e não pode expandir ainda mais suas fronteiras como desejava. O seu Império se desmanchou na disputa sucessória, mas seus feitos foram mantidos através das lendas que se espalharam na Ásia, África e Europa, e nas letras de músicas, nos filmes e nas animações, que mesmo na Era Contemporânea continuam sendo feitos. Entre os legados do Império Macedônico está a cultura helenística, que surgiu do estímulo à diversidade
cultural e do patrocínio de estudos sobre territórios e culturas anexadas.

Fonte: Elaborado especialmente para o Material de Apoio ao Currículo Paulista.

Mateus Sacoman participa de podcast de grupo de estudo da UNESP

O historiador Mateus Sacoman, vinculado a Unifai, participou no último mês do podcast IPACast que pertence ao grupo de estudos “Intelectuais e Política nas Américas” da Unesp de Franca para conversar sobre o escritor peruano Mario Vargas Llosa e a relação entre História e Literatura.

Confira o programa através das plataformas e links abaixo:

Mateus Sacoman:

Linkedinhttps://br.linkedin.com/in/mateus-sacoman-6b030797

Livrohttps://www.morebooks.shop/store/gb/book/da-serra-%C3%A0-costa/isbn/978-3-330-74802-6

Dissertaçãohttps://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/121962/000817560.pdf?sequence=1&isAllowed=y

História e Literaturahttps://historialiteratura.com/author/mateussacoman/